terça-feira, 29 de novembro de 2011

e assim se reinventam situações inimagináveis

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

walk

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Há dias em que não tenho paciência, em que me custa perceber certas opções. Não tenho paciência para sorrir, ser amigável e fingir que está tudo bem. Nestes dias a vontade é dizer tudo de forma directa, seca e brusca para que percebam que não gosto de brincadeiras.
Detesto mentiras de ultima hora.
Não gosto do "agora quero" e passado algum tempo do "já não quero", não gosto de pessoas que não se sabem decidir nem se impor. Não tenho paciência para isso.
Não tenho paciência para desmarcações, muito menos para falsas esperanças.

Como tudo na vida, um dia a paciência esgota-se de vez...

sábado, 29 de outubro de 2011

Promises

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Normalmente criticamos que o tempo demora a passar, que tudo parece interminável...e normalmente é assim. Mas quando realmente nos apercebemos, o "tempo passou a voar".
Foi assim, que a realidade se transformou e percebemos que já lá vão 45 meses. É muito tempo e passou tão rápido.



- "Já vão 45 meses? 3a e 9m?"
- "Sim"
- "Vou passar a dizer 3a e 9m, parece menos tempo."
-"Realmente, quem diria que seria tanto tempo."

sexta-feira, 30 de setembro de 2011



Gosto.
Sem perceber porquê e sem necessidade de o tentar perceber.
Gostei desde a primeira vez que ouvi esta versão

sábado, 24 de setembro de 2011

Verdades

As verdades nunca são fáceis de perceber, compreender e acima de tudo de aceitar. Mo meio do complicado sou bastante simples de entender, o que gosto e o que não gosto, e verdades são para mim um ponto fundamental. Não tenho paciência para mentiras desnecessárias e injustificadas.
Não compreendo a necessidade de fingir que não se sabe de algo ou que não se percebe de algo, quando a outra pessoa sabe que o estão a tentar enganar.  Não compreendo a incapacidade de se aceitar que o outro poderá ter razão no que diz, a incapacidade de admitir que se errou.
É com pequenas mentiras  e omissões que começam as grandes mentiras, que nos enrolam tanto que quando percebemos, toda a nossa existência se baseou numa mentira.

A verdade é que detesto que me mintam ou que considerem que me podem mentir, é talvez das coisas mais fáceis de perceber numa pessoa.

E no fundo são as pessoas que estão mais próximas que nos desiludem, mas também as mais fáceis de decifrar e perceber quando mentem.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Insónias

As noites fazem-se longas, as insónias companheiras inseparáveis nestes últimos dias. O cansaço começa a ser grande e esgotante, a paciência já é pouca. 
Nada ajuda.
As horas vão passando e as séries devoram-se uma a uma, episódio por episódio. As dores de cabeça tornam-se fortes, exaustivas.
E assim me vou cansando. Cansando e fartando de tudo um pouco, das insónias, das dores de cabeça, do mau-humor, do inesperado que cada vez mais começa a ser esperado.
Definitivamente não são as férias que esperava. Esperava mais praia, mais tempo para aproveitar o calor, e a companhia de quem gosto. Mas nada é assim, os dias tornam-se longos, horas intermináveis, apenas na companhia de amigos. 
Noutros tempos, as idas até uma esplanada na praia eram frequentes, as idas à praia ou as noites quentes de verão faziam-se acompanhar mais do que apenas pelos amigos.
Nem sempre tudo é como desejamos.

Já diz aquela frase: "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades"

Até que um dia as vontades serão opostas

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Já me tinham contado muitas estórias, contos de pura ficção. As personagens utilizadas são sempre fictícias, sempre com o “se”…”se isto acontecesse…”, “se aquilo…”, “se…se”. É fácil fazer suposições, é fácil inventar estórias de histórias. É fácil fazer das nossas histórias de outros.
Sempre ouvi dizer que “onde há fumo há fogo”, sempre fui apologista dessa frase, mas nem sempre a realidade é assim, nem sempre existe uma verdade na “ficção”. Mas a verdade é que desde pequena ouvi dizer que as estórias de criança, os contos que me falavam na infância e que muitos sei-os bem ainda hoje, têm sempre um pequeno ponto de verdade, isto é, a têm a sua veracidade.
Para ninguém é agradável saber que alguém  descobriu a verdade nas estórias que se contam, por muito que se tente esconder as pontas soltas que ficaram, existe sempre algo que fica esquecido. Bastam alguns minutos de atraso, ou alguns momentos atentos para se descobrir os pontos esquecidos. Pode-se sempre jurar que é uma estória e não história, mas a verdade chega sempre, e muitas vezes antes de se apagar as pontas soltas. Assim sendo o que se nega ser verdade é mesmo verdade.
Sempre fui daquelas pessoas que procura o duplo significado nas histórias, nas estórias, nos momentos ou acontecimentos, para alguns não é uma boa característica, mas para mim é das melhores que posso ter, não nego que sou desconfiada por natureza, gosto de perceber mais do que é dito, o que por vezes é bom  outras nem tanto. E assim se vai descobrindo que as estórias negadas histórias, afinal são histórias…
e a mentira afinal é verdade
Diz-se: "minutos de atraso que revelam verdades"

terça-feira, 19 de julho de 2011

Chega de más interpretações, de erros por frases insignificantes. Quando se escreve não se consegue demonstrar tudo aquilo que a comunicação não verbal permite transmitir, não se transmite o tom que a voz teria, não se consegue se demonstrar qual o olhar. As palavras têm muita força, mas apenas escritas cada um dá-lhes a conotação que quer e não a real conotação. É por causa de isto que erros acontecem, que problemas se desenrolam, por palavras mal interpretadas. Eu tenho muitas vez, o dom de interpretar mal o que me escrevem, por vezes até o que me dizem, e tenho acima de tudo, a capacidade de levar os outros a interpretar mal o que escrevi, quando escrevo (porque se calhar não é o momento mais oportuno para uma frase mais sarcástica à qual achei piada, mas não tem piada) e até quando falo. Sim, muitas vezes sou boa com palavras, outras nem por isso (creio que depende dos dias, depende do humor).
Mas estou cansada de erros de interpretação, aliás não quero mais erros de interpretação.
Já perdi amigos por erros de interpretação, outros estão na corda bamba (uns dias a descair para um lado, outros dias para o outro). Já perdi amigos que nunca pensei perder, e são feridas que o tempo demora a curar, talvez por isso exista sempre aquela característica de ser mais "fria" com os outros, o que não é bom, até porque é mais facil afastá-los assim e causar mais erros, do que se fosse uma versão carinhosa para todos. Se hoje sou mais carinhosa, menos fria do que já fui, devo-o a ti, tu sabes e eu sei-o bem. Foste tu que me ajudaste nesse e em muitos outros aspectos, e por isso devo-te muito, mas acima de tudo, devo-te o fim de erros de interpretação.
Hoje, tudo o que tenho a dizer pode soar a algo repetitivo, mas às vezes é necessário. Não nos conhecemos apenas há alguns dias, já partilhamos muito, alegrias e tristezas, mas sempre estiveste lá para mim e eu para ti. Sei que quando preciso é contigo que posso contar, sei que é aquele abraço que me dás que me conforta. Nem sempre somos amigáveis um com o outro, mas sempre lidamos com as situações, mas acima de tudo, o que sempre nos uniu não foi só um grande amor mas também uma grande amizade.
Podemos nem sempre concordar em tudo, mas há algo que eu sei muito bem e é que eu

AMO-TE

Foste tu que mudaste a minha vida, que ajudaste a ser quem sou hoje e é contigo que eu gosto de partilhar as coisas.

por isso sem mais erros de interpretação por favor
és a parte importante da minha vida
Amo-te [inf.mt]

e assim se vai matando um amor aos poucos

sexta-feira, 1 de julho de 2011

.42.

Pode-se dizer que são 42 ou 3.5...é ao gosto de cada um.







E por fim, a questão de hoje é porque é que ainda faço planos a dois...
Um dia a relembrar, sem dúvida!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

E como sempre a vida dá voltas e voltas, as coisas impensáveis tornam-se reais e o mais básico e mais comum torna-se irreal. Momentos simples que são cada vez mais escassos e raros, momentos de bem-estar e até simples conversas tornam-se longínquas. 
As noites, como tantas outras vezes, são mal dormidas, não pelos motivos que me faço acreditar e deixo que acreditem, no fundo sei bem a real razão, sei o que me tira o sono, o que me faz ver horas intermináveis de séries para não pensar. Sei, mas não quero pensar nisso, talvez seja uma forma de fugir, mas é a minha forma de lidar com isso.
Sei que muitas vezes é o meu jeito de ser, outras digo tudo (até mais do que devia) e noutras alturas deixo as conversas a meio, não falo mais, não peço justificações, pois no fundo sei que a minha posição não seria compreendida.
A vida já me pregou muitas partidas, há quem diga que já sofri muito para alguém tão jovem, há quem diga que ainda vou sofrer mais, que a vida é assim mesmo, tanto nos dá alegrias como tristezas, mas se até hoje sempre tive força e coragem para nos momentos maus erguer a cabeça e me levantar para seguir em frente, não seria agora que as coisas mudariam...que apesar de frágil, sou forte o suficiente. 
Tenho a perfeita noção de que não sou fácil, mas os outros também não o são...e no fundo, ninguém gosta de uma personalidade fácil, tenho os meus defeitos e virtudes, sei-os bem quais são e se por vezes peço mais aos outros não é num sentido negativo, mas apenas porque sei que o podem dar...
Como costumo dizer já bati muitas vezes com "a cabeça na parede" e já aprendi muito à custa disso, mas como todos na vida, às vezes é preciso bater com a cabeça na parede mais que uma vez para tirar algum significado disso...eu bati com a cabeça na parede mas não sei se aprendi!

para mim não pedia muito, um dia calmo, uma tarde à beira-mar numa esplanada (como tantas outras vezes)

às vezes é tão simples, apenas não preciso de me sentir magoada

e no fim, sou eu que me magoo a mim mesma
porque insisto nas coisas, por querer que os 
outros compreendam(aquilo que não dou a conhecer)






segunda-feira, 11 de abril de 2011

Romance





Sometimes is a Bad Romance

quinta-feira, 17 de março de 2011

Hoje...

É dia não!
É dos dias em que as questões não param, surgem a cada segundo, uma atrás da outra..contínuas, duras, sem que tenha resposta para elas, para mim.
Os sentimentos não roçam a perfeição, muito pelo contrário, cada vez mais se demonstram imperfeitos. Hoje falta o calor que enche o coração, que me seduz e pelo qual o sentimento sempre foi muito. Hoje falta o abraço, o carinho, uma palavra mais doce...não que as palavras sejam duras ou que magoem, mas também não é ao contrário. Hoje é dia não, não sei explicar porquê, não sei as razões...apenas sei que há dias "em que mais vale não sair da cama" e hoje, para mim, seria um deles.

Gosto, gosto muito...amo até...mas não sei se é suficiente para mim

um dia sim...por favor

segunda-feira, 14 de março de 2011

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Já me conseguia concentrar...já me desligava de todas as questões que estão na minha mente...

...era bom conseguir estudar

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Lie to me

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Partidas

Os dias tornam-se cansativos, esgotantes...tenho a cabeça a andar à roda, a mente a fervilhar...
Conclusões?
Nenhumas, que por mais que pense, pondere, imagine, nada se torna claro.
o coração tem dias assim, às vezes prega-nos partidas...se prega!


...hoje é assim que me sinto

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

"Intimations of Immortality"


"What though the radiance which was once so bright
Be now for ever taken from my sight,
Though nothing can bring back the hour
Of splendour in the grass, of glory in flower;
We will grieve not, rather find Strength in what remains behind.“

 
 "Intimations of Immortality" de William Wordsworth
 




"Aquele brilho outrora tão resplandecente
Dos meus olhos se ausentou para sempre
E agora, apesar de perdido o esplendor na relva
E o tempo de glória em flor,
Em vez de chorarmos, buscaremos força

No que para trás deixamos."

sábado, 1 de janeiro de 2011

Amo-Te

E já lá vão 3 anos contigo :p

 Já te disse muitas vezes que todos os momentos que vivi até agora contigo estão guardados, e a verdade é que se parar um pouco para pensar lembro-me de momentos que nem imaginava recordar.
 Já te escrevi algumas vezes, também já te disse que por vezes é-me difícil transcrever para o papel tudo o que sinto e por isso é mais fácil dizer-te as coisas quando estamos juntos. Difícil ou fácil, hoje é um dos dias em que as palavras me fluem na mente demasiado depressa sem que consiga acompanhá-las todas, sem que consiga escreve-las para não me esquecer.
Ainda há poucas horas te foste embora, e já tenho saudades tuas…como sempre, deves estar tu a pensar. Pode custar não te poder ver todos os dias, não te poder abraçar ou beijar diariamente…sim a distância custa e muito. Mas quando estou contigo, tudo o resto deixa de importar, não faz mal se passei 5 dias sem te ver, naquele momento tu está ali, com aquele sorriso (que como já te disse me derrete, o sorriso que eu amo), com o abraço que tu sabes o que significa para mim, com o riso que me faz sorrir e rir.

Tu sabes tudo o que significas para mim. Nem sempre tudo o que vivemos foi bom, mas no fim tudo que interessa é positivo.
Três anos é muito tempo? Sim, até mesmo para nós que sem pensar muito no futuro fomos até agora vivendo cada dia, cada momento e saboreando as recordações.
Três anos é pouco tempo? Espero um dia poder dizer que sim. Hoje espero que haja mais anos contigo ao meu lado tal como tens estado.
Se sinto a tua falta? Todos os dias, e cada dia um pouco mais.


Se te amo? Imenso. Como te digo “mais que tudo”.



Fazes-me Feliz