quarta-feira, 11 de julho de 2007

Quando me agarraste na mão e me disseste que querias falar, parte de mim tremeu. Não por algo mais, mas apenas porque já não o fazíamos há algum tempo. Foi bom ali estar, ouvir e poder ser ouvida.
[rir, chorar, brincar e sorrir]
Soube bem. Fez bem. Uma noite diferente que acabou com aquele nó que existia no coração.




No fim, e já em casa…
Todas aquelas memórias de um outro tempo. Não de nós, não de ti.
Todas aquelas lembranças, todos aqueles textos escritos.
As lágrimas teimavam a cair a cada texto [re]lido. Uma a seguir à outra.
Caíam pelas lembranças daqueles momentos, dos gestos e tudo o resto, caíam da lembrança daquele sentimento puro que um dia existiu.
Pela recordação.


Por o que um dia fomos e que será sempre lembrado com um sorriso.

Pelo eu que hoje sou.


um sorriso maior

2 comentários:

.diana.alves. disse...

Fala sempre. Sempre que houver vontade. O nó no coração um dia passa a um suave laço que, nas mãos certas, se há-de soltar.
Cresci com a frase "chorar faz bem" sempre presente na minha memória. Hoje, digo-te que a frase tem toda a razão. Não com um argumento lógico e plausível que ultrapasse o sentimento que me dá essa certeza. Mas, simplesmente, sei-o que sim. Por isso, nunca tentes prender as lágrimas. E as lembranças, essas, hão-de sempre ficar guardadas no baú a que se dá o nome de coração.
E que os sorrisos sejam sempre maiores, a cada dia que passa.
E sim, tu hoje és alguém de muito grande e eu gosto de ti:)
Beijinho linda*

Clara Mafalda disse...

que as lembranças sejam sempre assim: de uma pureza eterna que no fim nos deixa um sorriso maior.
que os encontros saibam sempre bem: entre as lágrimas e a nostalgia dos desabafos, uma companhia para sempre lembrada e mais uma noite para as lembranças guardarem.
baccii best(a)
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